Prezados Vendedores:
O Vendernãoépreciso está de mudança, como tudo na vida… O nosso novo endereço será:
Espero vocês lá!
Prezados Vendedores:
O Vendernãoépreciso está de mudança, como tudo na vida… O nosso novo endereço será:
Espero vocês lá!
O volume de Prospects determina seu volume de Vendas futuro! O que você está fazendo aqui, lendo este blog? Mas a preguiça…
Porque é um pecado: porque se o vendedor não tem uma quantidade de prospects adequados em seu pipeline, ele pode cair no erro de achar que seu índice de fechamento é maior que o real (“bom, se eu tenho só três prospects, vou dar o melhor de mim que os três vão comprar” – também conhecido como a Síndrome de Polyanna).
Porque é facil de cometer este pecado: porque à medida que o vendedor começa a atender alguns Clientes e começa a se relacionar com eles, o pânico de falar com desconhecidos(mais comum nos vendedores, acreditem) faz com que, instintivamente, o vendedor não procure mais prospects (é mais fácil falar com alguém pela segunda vez do que pela primeira – lembram-se da primeira namorada?)
Qual o resultado do pecado: Pânico de final de trimestre, palavras não-amorosas do Diretor Comercial, etc, etc, etc
Como evitar cair em tentação: Ter um processo de geração de leads adequado, para que os prospects sejam contactados e entrem em seu pipeline de forma natural e contínua (inclusive forçando o vendedor a fazer novos contatos…)
Na próxima semana falaremos de mais um pecado.
Aloha!
Pois é: muito tempo depois estou retomando este blog!
Peço desculpas aos meus leitores pelo longo hiato de vendas… e como mea culpa, vou iniciar este ano com os pecados que nós vendedores cometemos muitas vezes, mesmo sem querer!
Mas o que é um pecado de vendedor?
Não, não é dar desconto para o Cliente…
Estes pecados acontecem de uma maneira sutil: vocês repararam como mentimos muito bem para nós mesmos (e não tão bem para os outros?)
Pois é, tem aqueles dias que nos olhamos no espelho e dizemos: “Puxa, emagreci” (e encolhemos a barriga!). Mas o pior é que acreditamos!!!
Em vendas, o pior vendedor não é aquele que não cumpre as metas (mas as vezes é o mesmo…): é aquele que acredita no Papai Noel.
Vamos seguir um pipeline típico, para mostrar como nós mesmos nos enganamos muitas vezes!..
Byebye
Para os meus leitores: estou em pausa sabática desde Maio de 2009. Devo retomar este blog em Dezembro de 2009.
Aloha!
Preparação de Reunião …
Hoje vou fazer um post Zen: só tem perguntas a responder!
- Antes desta reunião com o Decisor você fez alguma investigação a respeito da empresa, seus negócios, seus Clientes, suas atividades?
- Antes desta reunião com o Decisor você conversou com outras pessoas do Cliente para saber um pouco do perfil dele, seus gostos pessoais, etc?
- Antes desta reunião com o Decisor você procurou entender um pouco do mercado do Cliente, seus “Business Pains” (muitos gostam de chamar de “desafios”. Eu prefiro chamar mesmo de “Dores do Negócio”!)?
- Antes desta reunião com o Decisor você estabeleceu uma estratégia de conversar sobre algum assunto que você tenha CERTEZA de que ele vai prestar atenção (NÃO NECESSÁRIAMENTE É O SEU PRODUTO OU SERVIÇO!!!)?
- Antes desta reunião com o Decisor você parou e pensou: “Como é que eu posso ajudar o Cliente e como eu posso explicar isso na linguagem dele e não na minha”?
Pausa para Meditação ZEN!
Alles Güt!
Café terminado, vamos voltar ao assunto: o encontro com o Decisor.
Ao contrário do que a maioria dos vendedores novatos acredita, o decisor não está interessado no preço do produto ou serviço: ele está interessado em resolver algum problema ou necessidade apenas, da melhor maneira possível.
Esta “melhor maneira possível” pode ser: a mais segura (ninguém escolhe o cirurgião pelo mais barato, concordam?), a mais rápida (precisamos estar atentos ao timing do Cliente – se ele precisa entregar um pedido milionário em Dubai em dois dias, não adianta oferecer frete barato de navio, correto?), a que confere uma posição competitiva melhor (experimente oferecer uma exclusividade de um produto que pode ser um diferencial, para alguém que está sofrendo uma pressão competitiva em uma região, para ver como a negociação muda…).
Perceberam como o preço fica em segundo plano, quando entendemos melhor o processo de compra desta situação do Cliente?
O preço é importante, mas só quando o problema ou necessidade do Cliente foi resolvido!
O Cliente compra valor (=problema ou necessidade resolvida), e não preço (=viabilização econômica para resolver o problema ou necessidade).
Então o papel principal desta interação com o decisor é testar e descobrir pelo menos uma destas motivações.
E para isto o vendedor precisa de uma estratégia.
Para não “esticar muito o assunto”, vamos para o básico: preparação da reunião.
Ops! pausa para o pão de queijo!
Hasta la vista!
Venda é um processo, como já falamos diversas vezes. E como processo, tem várias fases, cada um com um “dono”, timing e características peculiares.
“Não vendi” traduz-se por = não entendi e não interagi corretamente em cada uma destas fases.
E não existem (em 98% dos casos), “atalhos” entre estas fases: ou você atende todos os requisitos de cada uma, ou vai “andar de ré” quando pensa que está avançando…
Estas fases mudam de nomes de acordo com as metodologias de processo de venda que você utilizar (Impact Sales, Miller Heimann, Power Sales, etc), mas a sequência é semelhante:
Vamos exemplificar: Meu amigo Alexandre quer efetuar uma venda de um sistema de atualização de cadastro online para um Cliente específico.
A fase 1 é: INFORMAÇÕES. Alguém já disse que “podemos obter informações sem decisões, mas não conseguimos obter decisões sem informações” (profundo, não?). Vamos nos questionar um pouco:
Exageros à parte, sem informações adequadas de qualificação do Cliente, o Vendedor simplesmente pode estar perdendo o seu tempo e gastando energia desnecessária (Vendedor Triatlo: Pedala, Corre e NADA-de vendas!!!).
Vamos nos aprofundar no próximo post
Au Demain!
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